sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

AO CUIDADO:

do jornalista do expresso, H.Monteiro
do jornalista do sol, A.J.Saraiva
do jornalista da sic, M. Crespo
do jornalista do correio da manhã, ignoto
da M.M. Guedes, esposa do jornalista Eduardo Monis ( sem Z )
do Eduardo Monis (sem Z) esposo da jornalista M.M.Guedes ( tanto quanto se sabe).

Churchil achava que " onde houver uma grande dose de liberdade de expessão, haverá sempre um certo grau de tonteria de expressão".
Em 1943, num discurso à Cámara dos Comuns, aprofundou este tema: " Toda a gente, disse ele, é a favor da liberdade de expressão. Não há um único dia em que ela não seja enaltecida, mas a ideia que algumas pessoas têm dela é que são livres de dizer o que bem entenderem, ma se alguém lhes responder é um escândalo" (sic) - retirado de  the Wiked Wit of Winston Churchil, de Dominique Enriht, Michhael O'Mara ,Books Limited, 2001.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

PARVUS

Henrique Monteiro foi àquela coisa circence que funciona na Assembleia da República para "julgar  politicamente" o Sócrates o primeiro, ou seja, para opinar.
Pequenininho, o homenzinho que não é jornalista desportivo ,segundo dizem, opinou:
-Que Sócrates lhe telefonou "  a pedir " para não publicar um texto sobre a sua licenciatura ( aqui já se imagina  como o homem deve ter  legitimamente inchado por poder dizer à mãe que o primeiro lhe telefonara a pedir algo, e que o pedido durou mais de uma hora! , e aqui, a gente começa a perceber que ou o caso era legal - o que se veio a provar - ou que discutiram ao telefone o sexo dos anjos, de modo a perder a noção do tempo, ou que o " exigido" pela não publicação foi rateado, mas não houve acordo!  Não vislumbro mais razões.
-Que o Henrique, apesar de peso ligeiro (agora anafado de sentar-se na secretária  provavelmente, ou até, de remansar em cima dela), tem ideias, mas não é um idiota, porque "acha" que....
-Que andava apertado ( de guita ), não por ser OPUS (com cilícios), que dizem que não é, mas por sentir que a concorrência, como o Sol ou o Correio da Manhã   vendem produtos... e dão de brinde o jornal ( ao contrário do que ele julga que faz o Expresso ) o que  punha em risco o seu rico lugarzinho, pequenininho mas douradinho, no Exprepresso ( isto não será  bullyng sobre a concorrência?).
Que é politicamente correcto ( o "politicamente correcto", é obviamente,  uma cobardice quando é uma constante )  porque, embora ache que há liberdade de expressão em Portugal,  quando é o nosso primeiro a pedir, é uma "pressão"! . É por isso que se diz que ele nunca "pede" à funcionária da limpeza ( mulher que depende exclusivamente do ordenado que ele lhe dá ) que lhe  reponha o papel higiénico (porque seria bullyng), já que a considera uma pressão, ou seja uma ameaça no seu trabalho. Boa!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

OS PRÉMIOS

Victor Constâncio foi promovido a vice do senhor  Trichet, Presidente do Banco Central Europeu.
Para quem se fartou de dizer cobras e lagartos dum dos maiores portugueses do nosso tempo -Constâncio -, aqui está: lá fora, onde não se brinca com coisas sérias como o dinheiro que nos sai dos bolsos quando é mal gerido, Constâncio vai tratar .... do controlo financeiro da Europa!
Felicidades Constâncio, porque os trogloditas do costume já te estão a acusar de seres português, de meteres cunhas, de ires falhar redondamente..., e quando um qualquer banco mundial falir, hão-de encontrar um fio invisível que te ligue a tal desgraça. Lembra-te sempre que a vingança, um bom sentimento nos tempos que correm, serve-se frio.

Sem querer parecer-me com os que, imbecilmente, sentem prazer em dizer mal dos portugueses, eu também, quero pôr em relevo o trabalho insano do dr. A. J. Jarrdim, excelso presidente duma ilha portuguesa que não há meio de exigir a independência - a Madeira.
Há uns anos conheci de perto uma mulher madeirense que se deslocava ao Continente em avião particular, se instalava numa suite dum hotel onde se cuidadava no SPA, para tratar de negócios de armazéns de material de construcção civil, que faziam dela, era o que se dizia, uma das três pessoas mais ricas da ilha. Ela aplicava a máxima de Sá Carneiro: " A política sem ética é uma vergonha mas sem o lado lúdico é uma chatice".
Mas, como era Jardinista  de lhe ser presente em jantares domésticos e assim, aplicava a fórmula doutro modo: " Os negócios sem vergonha são uma chatice, mas com ética não lhes adivinho o lado lúdico!".
E, claro, com esta máxima, ganhava o massagista e os amigos deste.
Foi com gente assim que o João Alberto encheu de areia e cimento,  de alcatrão e muros, e  de telhas e tijolos, aquela ilha, não deixando vazar as águas. Está, portanto premiado, para desgraça da gente.


A deputatada do meu P.S., Inês ( de ) Medeiros, como gosta de ser tratada, recebe 1.200 euros semanais de despesas de deslocação porque , sendo lisboeta e votando em Lisboa, vive....em Paris de França! Quem está a tratar deste assunto que caíu mal no P.S., é outro deputado conhecido pela sua inteligência da Praça da Liberdade : José Lello ( com dois L , como gosta de ser tratado ) e já estamos a ver o que vai dar...
Prémio, portanto para alguém que sai ao pai e que eu vi em Seixas há uns anos a roer os dedos à espera que lhe pagassem a veia artística ( e à irmã , e ao pai ) com o humor próprio dos génios incompreendidos por 99,9% da população que alguma vez os ouviu!.

João Vale de Almeida ex-chefe de gabinete do Presidente da Comissão Europeia Durão Barroso, foi nomeado primeiro embaixador da União Europeia em Washington dos U.S.A.. Este é o cargo de embaixada mais importante daquilo que será o Serviço Europeu de Acção Externa (SEAE), um colosso diplomático que está a nascer com o Tratado de Lisboa.
Prémio pois para este ex-jornalista que não seguiu os caminhos da Manuela dos beiços pr'a que servem?, do Crespo das cunhas de Washingtan que servem, nem da Cabrita que parece que já não dá leite -nem na Casa Pia. E parabéns ao Barroso, um transmontano que como os outros transmontanos gosta de ajudar os seus concidadãos.  


domingo, 21 de fevereiro de 2010

exemplares (humanos ) do Expresso, que andam calçados e assim....

Há dois tipos que são colunistas do Expresso que fazem brotar em mim ( ninguém é culpado de "sentir sentimentos") asco, o sentimento do asco.
Primeiro, o mais antigo na função, é um tal de henrique raposo, um gajo míope, de olhos semicerrados como é típico ( segundo Desmond Morris ) dos escribas putos,sem experiência de vida, com tendencia para as pulhices, e que no seu último "artigo" , além de , como de costume, não dizer nada, insulta. E quem é que se atreve a insultar este miúdo de olhar escondido pelas pálpebras semi-cerradas, e boca fininha de filho da senhora que o deu à luz em dia sulfuroso? : o ex-presidente da nossa República Mário Soares! A quem compara, ou seja, chama, de jotinha, e apparatchik.
Ora, meu caro ( é assim que você costuma tratar os seus inimigos, não é? ) esta coisa de a lagartixa se assomar ao leão, não é so coisa do canal Odisseia. Também ocorre com colunistas, crinças ainda, mas com as hormonas aos pulos mas sem objecto que as aceite ( mesmo às escuras ), e que por isso se enchem dum compensatório priapismo ( intelectual, claro ) tão típico dos adolescentes  que vestem botas e calcam bosta de boi!.

O outro tipo, um gajo com ares de antropólogo - ou seja de quem nunca faz coisa nenhuma - é uma espécie de oposto do anterior na apresentação: fotografia cuidada, cabelos compridos de play-boy ao vento, e  ar romântico de quem tem de trazer as custas da Vida às costas do torso, diariamente. Passa a vidinha dele a dizer mal " do Sócrates " ( deve ter andado com ele na escola ), todos os dias  quotidianamente ( como dizia o Pessoa ), mas o Sócrates  " é um defunto ambulante " e tem o problema ( ele, não nós, vejam bem a inteligência do raciocínio )" de " ser o fracasso da ideia de fazer crescer o país".
 Pois é: com tipos como este a baterem nas reformas ( umas conseguidas, mesmo assim ) "estruturais ", só mesmo o rui ramos a vergastar com os seus ramitos as nádegas da  besta  do seu país Portugal ( país que tem de ser besta, e teimoso!, porque senão já tinha aprendido com a pedagogia que semanalmente o bom do rui derrama sobre ele, país ). Ah!, que se ele o fizesse,   é que Portugal conseguia  andar , e iluminado!. Viva o Rui!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

MELEAGRIS GALLOPAVO

Adoro ingleses, sobretudo se passados por molho de tomate e grelhados em postas grossas de bife. Dá-me fome, que é que querem!?
Vem isto a propósito da vitória do Porto sobre o londrino Arsenal com dois monumentais frangos dos gajos. Tão monumentais, tão monumentais, que de galos portugueses de Barcelos ( que eu até já  tinha proposto à Joana de Vasconcelos que neles se inspirasse para fazer umas esculturas em filigranas  de Gondomar  ) se transformaram em perús ( meleagris gallopavo ).
Não é que seja novidade o interesse anglosaxónico por estas bestas que morrem sempre emborrachadas com os donos.  Afinal, o Bush filho anunciou há seis anos o fim da guera que ocorre no Iraque, num porta-aviões, mostrando, pelo Natal, um perú ...de plástico. E, por causa disso, o Obama não esteve com conversas e vai daí, enternurado, criou na horta da casa branca ( chama-se assim para dar mais realce ao preto ) um perú que não era de plástico ( muito comovente esta pedagogia de Presidente), mas  que as suas lindas duas criancinhas  não deixaram matar para o Natal.
O próprio Shakespeare mencionou-o em King Henry V ( Here he comes, swelling like a turkey-cock, V Acto, Cena 1 ) o que está na origem do espavento real britânico que ainda hoje entende ser a referência para tudo no mundo!. Tudo, porque os bifes entendiam que um perú é melhor que um frango e muito melhor que um garnizé. Só que eles não sabiam que quem lhes trouxe das terras aztecas o bicho vaidoso foram os portugueses, que com ele não quiseram nada. Ah, pois é!. Aí por volta de 1530 já o nosso D. João III se amesendava com o gallopovo com laranja e alho e muito vinho, vinho mesmo,e com ele, mais umas dezenas de manducantes! Depois entenderam que era melhor beberem o vinho mais puro, sem passar pela tripa do enorme galináceo e com D. Catarina de Bragança aí vai ele para a Corte Inglesa. E nesta, se acabaram garças e faisões, indigestos, por certo, de tal modo que começaram todos a beber o chá das cinco que a Catarina para lá também levara. Devia ser de mellissa ou seja cidereira ,- por causa das indigestões, uma vez que tomates e batatas, que também iam no bornel da Catarina,  foram rejeitados por muitos anos, e laranjas que também foram, e aquilo era mera carne seca indigerível.


Quinhentos anos passados e eis como os bifes  finalmente percebem que sem cholagut e alca-seltzer, não se deve vir ao Dragão porque apanhar logo ,não dois frangos mas dois perús, enfarta qualquer abade quanto mais o Arcebispo de Westminster! Por isso lhe chamaram " abada"!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

PARAÍSO ESPANHOL

Anda a Europa às aranhas a vêr se descobre solução para os déficites dos gregos aldrabões ( que sobre isso mentiram durante onze anos ), designadamente nós portugueses que podemos apanhar por tabela, mai'l o senhor Almunia que não sabe onde há-de esconder-se.
E, vai daí, uns zunzuns que por aí pairavam velados no frio das manhãs que correm, tornam-se rumores e estes em avisos.
Os bancos espanhois, designadamente os dois que por cá se instalaram também mentiram ao Banco Central Europeu e à Comissão Durão Barroso. É que em compadrio com Wall Street andam a esconder o seu mal-parado referente ao imobiliário falido. Os financeiros já de lá tiraram o seu. E eu, também.

O ASNO CABOTINO

Era na SIC Notícias de hoje à hora do almoço.
O mau tempo. O tempo cinzentão no Sul.
O tempo de neve apartir dos 400 metros que já tinha sido anunciado ontem.
Vê-se uma auto-estrada que a locutora dizia ser a A25, entre Aveiro e Vilar Formoso.
Tudo branco de neve e uma fila interminável de pletóricos camiões  que meios derrapados  e atravessados no asfalto não deixavam passar carros.
Um enorme camionista bota faladura pr'a repórter.
A mesma repórter que , pela terceira vez perguntava : - "Mas diga-me uma coisa, não vai mesmo tentar avançar ? ". perante o ar vaporizado de espanto dos inquiridos.
E, o terceiro ( inquirido ), porque não há duas sem três, ou talvez porque à terceira é de vez, ou talvez ainda por causa da Santíssima Trindade, ou quem sabe, porque ele não conseguia tirar-lhe os três ( por causa do gelo que faz tudo resguardar-se num qualquer minguado tamanho) virgens ferros de argolas para os pneus que não tinha e ela devia ter no carro da SIC.
"- Isto é mesmo um país do terceiro mundo!. Primeiro vem a neve e depois é que vêm os limpa-neves!".