sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
CONTRA-ATAQUE
Syria: Loyalist Forces Clash With Rebels Near Jordanian Border
| December 30, 2015 | 16:50 GMT |
Syrian government troops backed by Russian airstrikes clashed heavily with rebels near the town of Sheikh Maskin, close to the country's border with Jordan, Reuters reported Dec. 30. Capturing Sheikh Maskin, strategically located on a supply route connecting the capital of Damascus to the city of Daraa near the Jordanian border, is thought to be the main goal of the first major government offensive into the south since Russia began lending air support to government troops. An end to the Syrian conflict is nowhere in sight, and more countries are being drawn into the fray.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
E TUDO O PTROLEO LEVOU....
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To effectively take advantage of their supermajority in 2016, opposition leaders will have to negotiate both with key individuals and factions and with their own party members. Otherwise, the party risks months of political conflict and legislative gridlock that could increase the threat of widespread civil strife in the country. Moreover, the opposition will have to defend itself against the ruling party, which is trying to discredit and disempower it through the Supreme Court
eNTÃO A GUERRA DO iRAQUE NÃO TERMINOU COM O PERU PLÁSTICO DE NATAL NO PORTA-AVÕES DO BUSH ?
Iraq: Militants Disguised As Soldiers Kill 40 Civilians In Ramadi
| December 31, 2015 | 12:47 GMT |
Islamic State militants disguised as Iraqi soldiers killed 40 civilians in Ramadi, Shafaq News reported Dec. 30, according to a BBC translation. Iraqi authorities claimed just days before that they were in control of Ramadi, and Iraqi Prime Minister Haider al-Abadi visited the city Dec. 29. However, any talk of the fall of Ramadi directly leading to the operation to retake the key city of Mosul is premature: There are many morepotential hurdles to negotiate
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
nunca mais DIGAS PIROPOS.....limita-te a ser sisudo !
Jose Carlos Pacheco publicou 3 atualizações.

Jose Carlos Pacheco
Nos PIROPOS, ESSES DICHOTES DE GALANTEADOR DIRIGIDOS A MULHER QUE PASSOU PRÓXIMA , que elogia o seu corpo ou a sua beleza e assinala a atracão que ela exerce sobre gente normal . Ora há várias coisas que me deixam perplexo. Primeiro a noção de prioridades legislativas das nossas deputadas e deputados que acham que proibir granadas ou ligas com 3 partes de cobre e uma de ouro é saudável para o país! Segundo , que a deputada Cristas ache , ao fim de 4 filhos, que em o marido lhe dizendo :- Ó mulher estás cá uma fêmea hoje como já não me lembrava!!! ( isto dito no dia em que foi despedida de ministra na cama do quarto vermelho lá de casa) , deve merecer 3 anos de cadeia ao homem. Terceiro , que apesar de não haver celas para os casos abaixo assinalados na minha cronologia - PIROPO É CRIME! - há-as para o marido da Cristas! Quarto, que espanhóis e brasileiros que também usam piropos ficam todos sob a alçada da lei portuguesa. Quinto , que apesar do piropo ser dirigido à mulher ( nos dicionários), EU já fui vítima de alguns por parte de mulheres em geral e de 2 ou 3 da parte de género esquisito, dispensando eu estes últimos mas gostando muito dos outros. Sexto, que tendo o parlamento passado os últimos anos a legislar obrigando as portuguesas a serem iguais aos portugueses , nesta humana hibridação a que chegamos, ninguém desse sagrado pagode assembleiístico (como diria a sua ex-presidente , uma mulher bastante híbrida) ninguém me tivesse perguntado a opinião já que sou igual às mulheres portuguesas em deveres e também em direitos! Porra! E que fique claro que ando sem gravador mas que se alguma boazona , mesmo que seja muito, muito boazona me disser :" É pá, nem sei o que fazia contigo!....", eu aqui declaro , por escrito, que não ligo o gravador , mas ligo ao que ela disse . E meto conversa. Tá bem?
domingo, 27 de dezembro de 2015
A ...... MODA... e o.... TÉDIO !
1. Há poucas coisas tão pequenininhas - PARVAS - como a MODA.
2- Andar na moda não dá trabalho nem aciona neurónios. Muito pelo contrário : convida e empurra a gente para
a esconsa cave das inações que não nos tiram do sítio mas nos mantêm no mesmo - com a ilusão do movimento : como quando em meninos andáva-mos
em cima do cavalinho nos carrosseis nas feiras populares ( circular sem sair verdadeiamente do sítio!).
3- Isto é assim na vida comum, como na incomum e superior vida da Política ou da Coisa do Intelecto.
4- Na vida comum procuramos revistas de papel colorido para entender the business as usual ( e o copiar acriticamente );
mas também nas roupas de licra quando o corpo é defeituoso , ou nos sapatos apertados quando os joanetes gritam
ingenuamente por socorro, ou a coluna se curva às dores dos saltos altos...., sempre o rebanho do gado carpido
que se deixa ir mas recusa decidir para onde ir.
5- Mas na vida social a coisa fia mais fino. O que vemos continua a ser o rebanho arrebanhado agora por uma ideologia:
Já foi há 40 anos a marxista, que construiu o seu palanque na ditadura intelectual da esquerda ; mas agora vêmo-la
na direita alçada ao púlpito da oratória da liberdade dos mercados, do direito ao consumo quando convém ou ao dever da austeridade quando
também convém, ao terror ao medo, à abjecção da natureza natural das desigualdades mais servis, ao relativismo moral,
ao construtivismo da ambição recolectora nas finanças minhas em detrimento do caçador público esforçado.
6- Perguntando-me porquê este arrebanhamento , encontro sempre o tédio. Como meio e como fim. E como doença
terminal. De facto, há dois caminhos seguros para o tédio: o primeiro é a sociedade ordenada e feminilizada como
aquela sociedade feita de rotinas em que o hábito é inimigo da atenção ( atenção !, porque a atenção sempre foi o núcleo
duro da vigilidade alegre e exaltada , mas a sua falta sempre foi o núcleo duro da melanlolia entediada ), as rotinas por sua vez
feita de normas acríticas, e estas gerando por si a monotonia da ordem , ou seja a epiderme do tédio.
Mas há outro caminho para o tédio que é o fálico da MONOTONIA DA DESORDEM. Exploremos este.
7- A monotonia da desordem, ou falta de ordem ou anomia, é o timbre e o tom da vida hodierna . Impregna tudo!
8- Como dizia Michelet , o grande intelectual françês, a vida actual acelerou. Ele chama-lhe uma aceleração histórica
que deixa tudo para trás por se tratar de uma aceleração nunca vista , de tipo geométrico e não aritmético, ou seja de crescimento
exponencial .
9- Realmente, à nossa volta está tudo a mudar a uma velocidade que nos põe zonzos, não nos deixa pensar e ainda
por cima nos dá a ideia - como nos cavalinhos que montamos nos carrocéis das feiras - nos dá a sensação
de que estamos a andar. Mas não estamos! Na moda do vestuário , andar, seria poder escolher o que nos fica melhor
e nos protege melhor em vez de nos imporem cabermos dentro dela ... a qualquer preço, digo bem.... " a qualquer preço!";
Na moda das ideis políticas, também chamadas ideologias , informam-nos os imbecis do saber, que as ideologias matam
e por isso vão ibernar definitivamente, restando o PRAGMATISMO - que é assim a modos de ir com o rebanho sem
perguntar nada , muito menos ao cabeça do rebanho por que há-de o rebanho seguir aquele percurso , e muito
menos questionar se temos de prtencer ao rebanho ; mas é na POLÍTICA que como é sabido é a gestão de toda a coisa
pública que a moda é mais grave.
10- E, na POLÍTICA o que vemos é o aproveitamento da desordem, aproveitamento da velocidade a que tudo muda,
da tecnologia às ciências, dos princípios filosóficos axiais aos seus corolários, das verdades às mentiras, do belo ao feio,
do rigor à impressão. E este aproveitamento da aceleração da velocidade a que tudo muda serve, às mil maravilhas,
a monotonia da desordem . E da monotonia da desordem ao TÉDIO é só um salto de pulga que por tão subtil ninguém
topa. Até porque já ninguém esta interessado em topar.
1. Há poucas coisas tão pequenininhas - PARVAS - como a MODA.
2- Andar na moda não dá trabalho nem aciona neurónios. Muito pelo contrário : convida e empurra a gente para
a esconsa cave das inações que não nos tiram do sítio mas nos mantêm no mesmo - com a ilusão do movimento : como quando em meninos andáva-mos
em cima do cavalinho nos carrosseis nas feiras populares ( circular sem sair verdadeiamente do sítio!).
3- Isto é assim na vida comum, como na incomum e superior vida da Política ou da Coisa do Intelecto.
4- Na vida comum procuramos revistas de papel colorido para entender the business as usual ( e o copiar acriticamente );
mas também nas roupas de licra quando o corpo é defeituoso , ou nos sapatos apertados quando os joanetes gritam
ingenuamente por socorro, ou a coluna se curva às dores dos saltos altos...., sempre o rebanho do gado carpido
que se deixa ir mas recusa decidir para onde ir.
5- Mas na vida social a coisa fia mais fino. O que vemos continua a ser o rebanho arrebanhado agora por uma ideologia:
Já foi há 40 anos a marxista, que construiu o seu palanque na ditadura intelectual da esquerda ; mas agora vêmo-la
na direita alçada ao púlpito da oratória da liberdade dos mercados, do direito ao consumo quando convém ou ao dever da austeridade quando
também convém, ao terror ao medo, à abjecção da natureza natural das desigualdades mais servis, ao relativismo moral,
ao construtivismo da ambição recolectora nas finanças minhas em detrimento do caçador público esforçado.
6- Perguntando-me porquê este arrebanhamento , encontro sempre o tédio. Como meio e como fim. E como doença
terminal. De facto, há dois caminhos seguros para o tédio: o primeiro é a sociedade ordenada e feminilizada como
aquela sociedade feita de rotinas em que o hábito é inimigo da atenção ( atenção !, porque a atenção sempre foi o núcleo
duro da vigilidade alegre e exaltada , mas a sua falta sempre foi o núcleo duro da melanlolia entediada ), as rotinas por sua vez
feita de normas acríticas, e estas gerando por si a monotonia da ordem , ou seja a epiderme do tédio.
Mas há outro caminho para o tédio que é o fálico da MONOTONIA DA DESORDEM. Exploremos este.
7- A monotonia da desordem, ou falta de ordem ou anomia, é o timbre e o tom da vida hodierna . Impregna tudo!
8- Como dizia Michelet , o grande intelectual françês, a vida actual acelerou. Ele chama-lhe uma aceleração histórica
que deixa tudo para trás por se tratar de uma aceleração nunca vista , de tipo geométrico e não aritmético, ou seja de crescimento
exponencial .
9- Realmente, à nossa volta está tudo a mudar a uma velocidade que nos põe zonzos, não nos deixa pensar e ainda
por cima nos dá a ideia - como nos cavalinhos que montamos nos carrocéis das feiras - nos dá a sensação
de que estamos a andar. Mas não estamos! Na moda do vestuário , andar, seria poder escolher o que nos fica melhor
e nos protege melhor em vez de nos imporem cabermos dentro dela ... a qualquer preço, digo bem.... " a qualquer preço!";
Na moda das ideis políticas, também chamadas ideologias , informam-nos os imbecis do saber, que as ideologias matam
e por isso vão ibernar definitivamente, restando o PRAGMATISMO - que é assim a modos de ir com o rebanho sem
perguntar nada , muito menos ao cabeça do rebanho por que há-de o rebanho seguir aquele percurso , e muito
menos questionar se temos de prtencer ao rebanho ; mas é na POLÍTICA que como é sabido é a gestão de toda a coisa
pública que a moda é mais grave.
10- E, na POLÍTICA o que vemos é o aproveitamento da desordem, aproveitamento da velocidade a que tudo muda,
da tecnologia às ciências, dos princípios filosóficos axiais aos seus corolários, das verdades às mentiras, do belo ao feio,
do rigor à impressão. E este aproveitamento da aceleração da velocidade a que tudo muda serve, às mil maravilhas,
a monotonia da desordem . E da monotonia da desordem ao TÉDIO é só um salto de pulga que por tão subtil ninguém
topa. Até porque já ninguém esta interessado em topar.
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