sexta-feira, 25 de março de 2016


UAV em missão no Mar Português
Força Aérea realiza missão no âmbito de projeto europeu08.05.2014
UAV em missão no Mar Português
A Força Aérea realizou no passado dia 7 de Maio, uma missão de vigilância marítima com uma aeronave não tripulada perfazendo mais de hora e meia de voo sobre o mar, ao largo de Portimão.
Tendo descolado do aeródromo de Portimão, o UAV com o número de cauda 17507, dirigiu-se para o mar onde efetuou reconhecimento de embarcações suspeitas, no âmbito de um exercício deste projeto europeu - Perseus. Neste exercício participaram também a Marinha e a GNR, que envolveram meios marítimos.
O projeto PERSEUS é financiado pela Comissão Europeia no âmbito do 7º Programa Quadro, e reune 29 participantes de 12 países, com o objetivo de desenvolver e demonstrar um sistema europeu de vigilância marítima, integrando infraestruturas nacionais e comunitárias já existentes, mas melhorando o seu desempenho recorrendo a tecnologias inovadoras. O sistema desenvolvido, que na sua componente nacional envolveu o INOV-INESC Inovação, permitiu acompanhar a missão em tempo real no Comando Aéreo, bem como partilhar informação com a Marinha, com a GNR e com os parceiros espanhois.
A Força Aérea participa neste projeto desde o seu início tendo por um lado, marcado presença em vários exercícios de demonstração utilizando UAV, e por outro, partilhado alguns dados operacionais de aeronaves tripuladas. Nos exercícios em que participou, a Força Aérea demonstrou como os UAV têm potencial para missões de vigilância marítima, tendo operado a partir de Portimão e de Porto Santo.
Os UAV desenvolvidos pela Academia da Força Aérea realizaram mais de 900 voos acumulando cerca de 400 horas de voo.

quinta-feira, 24 de março de 2016



MOTIVOS QUE LEVARÃO BRITÂNICOS A REJEITAR O BREXIT

Falta pouco tempo para que os ingleses ( descontando irlandeses do Ulster , escoceses e galeses) se pronunciem em referendum sobre a saída do U. Kingdam da União Europeia.

Palpita-me que o Não vai ganhar. Em primeiro lugar porque nem toda a gente naquelas ilhas é estúpida, e a maioria é, até, conhecida pelo seu pragmatismo. Partindo pois deste facto axial ( e para mal dos nossos pecados , que melhor ficaríamos com quem não gosta de nós fora das nossas fronteiras…) , achamos que na hora de decidir, esta gente vai pensar no que segue:

A praça financeira londrina ( mais conhecida por City) vale 11. 5 % do PIB britânico ( dados da city of London 2014 ) sendo ainda a primeira praça financeira mundial! Mas isto é apenas a ponta do iceberg : a city é o maior empregador da cidade com 8.5% do conjunto da população activa da Grande Londres, mas sobretudo , a city é o principal paraíso fiscal offshore da Europa, reprocessando tanto ouro como somas vertiginosas de dinheiro virtual saído das caixas negras: o paraíso dos paraísos fiscais.

No entanto a city vai ter de se submeter. Seja por ser forçada a colocar-se sob as comuns medida que aí vêm para a regulamentação das instituições financeiras da U.E. ( e não só da Eurozona ) seja porque na competição com as outras praças financeiras ascendentes ( sobretudo Xangai, Hong-Kong, , Bombaim e Frankfurt, Singapura e Dubai ) verá os seus recursos abandonarem o navio para estas últimas praças ( incluindo os países da Commonwealth ), por não poder escapar à regulação das actividades financeiras uma vez que vai ser obrigada , para aceder aos mercados internacionais e europeus, a submeter-se às leis de cada um deles que não teve possibilidades de negociar!



Isto vai acarretar ( GEAB, 17/ Março ) a supressão de muitas dezenas de postos de trabalho, deslocalizações, e, no seguimento dos estabelecimentos financeiros seguir-se-á um super-avit de especialistas , de profissionais liberais, queda do preço do imobiliário ( hoje ainda, para mais, muito inflacionado, etc, sem falar, é claro do resvalamento da libra esterlina que , de resto , já começou.

Tudo isto acompanhado de uma competição selvagem com os bancos asiáticos , uma margem de lucro entre depósitos e empréstimos esmagada ao máximo, e o concurso com paradigmas bancários novos como os e-banking virtuais, moedas virtuais, trocas virtuais, e ainda por cima esmagados pelos custos crescentes da SEGURANÇA CIBERNÉTICA…e acrescentando mais areia nesta camioneta: os yankies não querem ouvir falar no Brexit porque obviamente perdem informação vital sobre o que se passa e como manipular a Europa….sem o seu conhecido cavalo de Tróia lá dentro. E os americanos ainda tratam os gentleman como cachorros …,logo estes ficam ,vão ver, na União Europeia.



Tudo isto num quadro em que só os acordos comerciais de que o Reino Unido é parceiro graças à U.E. representa no comércio internacional britânico actual 59% ( Comercial Risk Europe, 4/03/2016.

Podem ver-se dois gráficos abaixo e uma escala dos bancos mundiais falidos que mais ajudas estatais receberam dos respectivos países , sendo que : 1. -14 dos bancos mais falidos e que mais dinheiro receberam entre os 19 piores do mundo, são, ou estado-unidenses ou britanicos….,e, 2.- trilião ou bilião ou milhão é a terminologia anglo-saxónica para 6 zeros para o milhão; 9 zeros para o bi , e 12 zeros para o trilião……

 
 
                                                      Figura 1 : Pequena lembrança do «resgate» dos bancos. Fonte: Yannis Youlountas
 
 
 
Figura 2: As cinco primeiras praças financeiras por continente (evolução desde Março de 2007) - Fonte: GFC Index – Long Finance
 
 
 
 

 


Figura 3: As Finance 5 maiores praças financeiras europeias (evolução desde Março de 2007) – Fonte : GFC Index – Long

quarta-feira, 23 de março de 2016

Why the Brussels Attack Is Not the Paris Attack

March 22, 2016 | 23:03 GMT

 Why the Brussels Attack Is Not the Paris Attack
(Stratfor)
On Nov. 13, 2015, multiple terrorist attacks in Paris left 130 dead. Today, four months later, twin bombings in Brussels killed at least 31 people and injured many more. In the coming days, details of the victims' lives will be shared through global media. But the lasting geopolitical impact of the events will depend on how they alter international relations — in Europe and beyond — and on the challenges facing the European Union.Click here to continue reading…

Why the Brussels Attack Is Not the Paris Attack

March 22, 2016 | 23:03 GMT

 Why the Brussels Attack Is Not the Paris Attack
(Stratfor)
On Nov. 13, 2015, multiple terrorist attacks in Paris left 130 dead. Today, four months later, twin bombings in Brussels killed at least 31 people and injured many more. In the coming days, details of the victims' lives will be shared through global media. But the lasting geopolitical impact of the events will depend on how they alter international relations — in Europe and beyond — and on the challenges facing the European Union.Click here to continue reading…

segunda-feira, 21 de março de 2016

Metales: ¿Oro, plata o cobre?
por Miguel Angel Boggiano

El grupo de los metales es sin lugar a dudas el que se está destacando en lo que va de este 2016. Sólo basta ver que en la tabla de rendimientos, ocupan los primeros puestos. LEER MÁS…
For Ukraine, EU Sanctions on Russia Hang in the Balance
Ukrainian President Petro Poroshenko (L) hopes to persuade the European Union to renew sanctions against Russia — set to expire in July — at their next vote on the matter. (JOHN THYS/AFP/Getty Images)
As an EU vote on the future of sanctions on Russia approaches, Ukraine is busy lobbying the Continental bloc to maintain a hard line against Moscow. On March 17, Ukrainian President Petro Poroshenko met with several EU leaders and Hungarian Prime Minister Viktor Orban in Brussels. During the meeting, the Ukrainian leader urged against easing sanctions. Over the next few months, Ukraine will likely employ various tactics as it attempts to keep the European Union united against Russia when sanctions come up for review in July. In doing so, however, Kiev will face a number of domestic and foreign policy challenges. Click here to continue reading…

sábado, 19 de março de 2016

Israel's Fear Tactics in Bulgaria
(Stratfor)
Embassies are meant to be safe places. Swathed in the legal protections of the 1961 Vienna Convention on Diplomatic Relations, they are entitled to security provided by the countries that host them. But last month, the niceties of diplomacy gave way to the uncomfortable realities of business as usual when Palestine's diplomatic mission in Sofia, Bulgaria, was the scene of a murder. Click here to continue reading…