quinta-feira, 15 de novembro de 2012

NOVAS DA CHINA

O novo caça furtivo chinês

Continua em fase de testes um novo caça furtivo chinês, o segundo a ser apresentado desde 2011. Pequim espera que o J-31 venha dar um impulso nas capacidades aéreas do país, mais ainda vai ter de esperar bastante, já que o primeiro caça, o J-20, apresentado em 2011, só entrará em acção em 2018.

China ‘makes first test flight’ of new stealth fighter jet

China's second stealth fighter has made its first test flight, state media reported on Thursday, in a boost to the country's air capabilities even though the plane is unlikely to be deployed for years.

China’s J-31, the new stealth fighter prototype developed by AVIC Shenyang Aircraft Corporation (SAC) takes off on its maiden flight Photo: China Defence Mashup  9:11AM GMT 01 Nov 2012
The J-31, the second stealth plane to be unveiled by China in less than two years, flew for 11 minutes on Wednesday morning, the state-run Global Times reported, citing an eyewitness.
Photos posted online by Chinese military enthusiasts appeared to show the black-painted combat plane in mid-flight. Images of the aircraft were first leaked online in September.
China’s first stealth fighter, the J-20, was unveiled in early 2011 but is not expected to enter service until 2018. The country’s first aircraft carrier entered service last month, with others capable of carrying aircraft expected to follow.
The J-31 appears to be more mobile than the J-20, with its landing gear suggesting it is designed to be launched from an aircraft carrier, military expert Andrei Chang told AFP.
He said the J-31 appeared similar to the latest “fifth” generation of US-designed stealth fighters, but with a less powerful engine and a lower proportion of sophisticated radar-blocking composite materials.

NOVAS DO IRÃO

Irão testou novo sistema de defesa aéreo

O Irão anunciou hoje que testou com sucesso um novo sistema de defesa aéreo modelado a partir do  sistema Hawk dos EUA. Um alto funcionário iraniano diz que as manobras são um “estalo” na América e Israel.

Iran says it’s tested new air defense system

Published November 13, 2012  Associated Press
TEHRAN, Iran – State TV broadcast footage Tuesday said to be from the drill, which began Saturday and which has been billed as “massive.” The footage shows a Hawk missile being launched and hitting a mock aircraft.
Earlier reports said the new surface-to-air system is named “Mersad,” or Ambush. It is capable of locking a flying object at a distance of 50 miles and can hit from 30 miles away, state TV said.
According to the reports, the Iranian military is expected to test anti-aircraft batteries and other air defense systems as part of the drill.
“This military exercise is a message and a strong slap to those countries that threaten,” said air defense chief Gen. Farzad Esmaili, referring to the United States and Israel. “And a message of peace and friendship to friendly countries.”
Both Israel and the U.S. have not ruled out a military option against Iran’s suspect nuclear program, which the West fears intends to produce an atomic weapon. Iran denies the charge, saying its nuclear program is for peaceful purposes only.
The test came during a six-day air defense drill under way over almost the entire eastern half of the country. The exercise has been said to include Iranian jet fighters, drones and more than 8,000 troops

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

SEMPRE, SEMPRE A CHINA.

China

O vigésimo oitavo Estado-membro

8 novembro 2012
Presseurop
Die Welt
A UE tem um “membro secreto”: a China. De facto, segundo Die Welt, o “mais importante parceiro comercial da UE a seguir aos Estados Unidos” aposta cada vez mais, para grande frustração de Bruxelas, nas suas relações bilaterais com os Vinte e Sete.
Portanto, no início de setembro, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês convidou 16 países da Europa central e oriental para uma “Conferência europeia” em Pequim, para celebrar a criação de uma nova associação entre os Estados da Europa central e oriental, denominada “CEE” pelo jornal. Esta, que se atribuiu recentemente um secretariado, é composta por 16 países, entre os quais dez são membros da UE. Mas enquanto os países da Albânia até à Polónia puderam enviar os seus embaixadores, o da UE, nem sequer foi convidado.
Os representantes de Bruxelas estão preocupados: a notícia parece revelar o princípio “dividir para melhor reinar” na política chinesa face à UE.
E enquanto Bruxelas mantiver a mesma posição em questões consideradas importantes para a China, como a aceitação do país na economia de mercado ou o abandono do embargo às vendas de armamento, Pequim continuará a desenvolver de forma subtil relações de dependência com certos Estados europeus, explica ao diário de Berlim o politólogo Jonas Parello-Plesner. Por exemplo, com a Grécia, onde a China alugou uma parte do porto do Pireu, com a Hungria, a quem a China concedeu um “empréstimo especial” de mil milhões de euros.
E embora os diplomatas chineses afirmem querer “reforçar as relações com a UE” através desta cooperação económica, Die Welt adianta que Bruxelas continua cética:
Os seus representantes querem ver se Pequim tenta transformar os países da CEE num lóbi através das suas alavancas económicas.

UMA VERDADADE COMO UM PUNHO

Isabel Jonet acaba de ter uma intervenção que é tão polémica como o são todas as novidades súbitas que mexem , de cima a baixo, com os modelos estabelecidos como definitivos - e por isso se tornaram paradigmas de todos os bons sonhos da generalidade da sociedade - mas que , de repente, deixam de ser definitivos.Pela simples razão de que tudo que nasce morre, tudo que sobe cai, tudo que avança regride.
 Aí, a pôva, numa prova de que  é mesmo pôva, alevanta-se exsudando fel, , insultando e exigindo a morte do mensageiro- Isabel Jonet.
Para que conste, Isabel Jonet, nem sequer é assim tão boa mensageira : tudo aquilo que disse agora, é AGORA óbvio ; mas infelizmente, devia e podia ter sido dito desde , pelo menos, há dez anos : desde 2002 , pelo menos, que fui ensinando aos meus filhos que tudo isto que se abateu sobre nós ia acontecer, e , por isso, lhes  apontei a  austeridade, contenção e lhes ensinei a distinguir o essencial do acessório.
Mas, como tudo o que eu previ e ensinei ia ao arrepio e contradizia a voz corrente, e os comportamentos dos amigos - que os tinham ora com a complacência dos pais ora com a sua activa promoção ( quantos pais ridicularizaram os avós por serem "unhas de fome" ou impulssionaram nos filhos e neles o uso de roupa de marca, ou de outros sinais materialistas exteriores de riqueza, ou os inscreveram em colégios que eram os da moda porque eram simplesmente caros, como os carros a leasing dos pais ?)- a minha mulher era contra.
E, com a minha mulher contra e, sabendo que os filhos estão muito mais com as mães que com os progenitores maasculinos, acabei perdendo o casamento, os filhos e, por essa via , os netos.
Agora a mãe procura desenrrodilhar os afectos confundidos, os filhos olham perplexos um mundo para o qual nunca foram preparados e , aos netos, espera-os o reflexo muito baço dos melancólicos humores dos pais.
 E ao pai, o desencanto do luto. Dói.
"http://www.youtube.com/embed/8JeUnsnvJuA"

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

AS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM QUE DEIXAMOS DE INVESTIGAR...

Ciência e Ambiente Energia

UE-China

Uma guerra pela energia solar?

2 novembro 2012
 
Frankfurter Rundschau
É uma das tecnologias chave do século XXI: o mercado da energia solar suscita tais cobiças que a União Europeia e a China estão a comportar-se como "guerreiros do sol", diz em título o Frankfurter Rundschau, que prevê "o maior conflito comercial da história".
O litígio gira em torno das subvenções de Pequim à sua indústria solar, que os europeus consideram excessivos e demasiado exclusivos. Os produtores chineses de fotovoltaico beneficiam de créditos de vários milhares de milhões de dólares, sem precisarem de apresentar garantias sérias. Graças a este sistema confortável,
conseguiram, em alguns anos, não apenas chegar ao nível dos europeus mas ultrapassá-los. Hoje, produzem com a mesma qualidade e com um custo de menos 40%. […] Presentemente, mais de 80% dos módulos instalados na Europa vêm da China.
Alarmados pela falência de um dos líderes do setor, a empresa alemã Q-Cells, os europeus ripostam. Levada pela empresa Solarworld, a federação europeia apresentou queixa à Comissão Europeia por "dumping". Bruxelas poderá decidir sanções nos próximos meses. Mas, precisa este diário,
(...) os efeitos serão enormes. Com uma quota de 70%, a Europa é de longe o mercado mais importante do fotovoltaico. Perante isto, a China toma uma posição musculada e esgrime a ameaça de um processo contra os produtores europeus de silício, uma das componentes fundamentais das células solares.
E a disputa não fica por aqui. Segundo alguns rumores, representantes chineses teriam advertido as empresas automóveis europeias de que um boicote na área da energia solar teria consequências extremamente negativas para elas. Uma escalada que preocupa o Frankfurter Rundschau:
Se a China se mostrar conciliatória e convocar os seus grupos, a coisa pode acabar bem. Na pior das hipóteses, paira no ar uma guerra comercial universal.